Entender é o primeiro passo para incluir Falar sobre Pessoas com Deficiência é falar sobre respeito, igualdade de oportunidades, acessibilidade e direitos. Muitas pessoas podem ter uma condição que se enquadra legalmente como deficiência e, mesmo assim, não saber que podem ser reconhecidas como Pessoas com Deficiência. Por isso, informação é fundamental. Na Servfaz, a iniciativa de conscientização sobre o enquadramento Pessoas com Deficiência tem como objetivo orientar nossos colaboradores, incentivar a autodeclaração voluntária e contribuir para um ambiente de trabalho cada vez mais plural, seguro e inclusivo. O que significa ser uma Pessoa com Deficiência? De forma simples, uma pessoa pode ser considerada Pessoas com Deficiência quando possui uma condição que gera impedimentos ou limitações de longo prazo e que, em interação com barreiras, pode dificultar sua participação plena e efetiva na sociedade e no ambiente de trabalho. Existem diferentes tipos de deficiência, e nem todas são imediatamente visíveis. Entre as situações que podem ser enquadradas estão: Importante: cada situação precisa ser analisada de acordo com os critérios legais e com a documentação adequada. A deficiência nem sempre é visível Um dos principais pontos de atenção quando falamos de inclusão é entender que nem toda deficiência pode ser percebida visualmente. Uma pessoa pode ter uma deficiência auditiva, visual, intelectual, psicossocial ou estar dentro do espectro autista, por exemplo, sem que isso seja evidente para quem está ao seu redor. Por isso, não devemos fazer julgamentos com base apenas na aparência. Inclusão começa quando deixamos de presumir e passamos a compreender. Por que existe a Lei de Cotas para Pessoas com Deficiência? A inclusão das Pessoas com Deficiência no mercado de trabalho possui respaldo na legislação brasileira. A Lei nº 8.213/1991, em seu artigo 93, estabelece a reserva de cargos para pessoas com deficiência ou trabalhadores reabilitados em empresas com 100 ou mais empregados, em percentuais que variam de 2% a 5%, conforme o número de empregados. Além disso, o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) reforça direitos relacionados à igualdade de oportunidades, acessibilidade e combate à discriminação. A Lei de Cotas, portanto, não deve ser vista apenas como uma obrigação empresarial. Ela representa uma importante ferramenta para ampliar oportunidades e promover a participação das pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Autodeclaração: uma decisão voluntária e protegida Um dos pontos mais importantes desta iniciativa é deixar claro que o processo de autodeclaração deve acontecer de forma voluntária, segura e confidencial. O colaborador que acredita possuir uma condição que possa ser enquadrada como deficiência pode buscar orientação profissional e verificar sua situação. A inclusão na cota legal exige a concordância do colaborador e o compartilhamento adequado da documentação necessária, observando as regras aplicáveis de proteção de dados e confidencialidade. Isso significa que ninguém deve ser exposto, constrangido ou pressionado a se declarar Pessoas com Deficiência. A decisão é individual e deve ser respeitada. Tenho uma condição de saúde. Isso significa que sou Pessoas com Deficiência? Não necessariamente. Ter uma doença, lesão, limitação ou condição de saúde não significa automaticamente possuir enquadramento como Pessoa com Deficiência para fins legais. O enquadramento depende das características da condição, de seus impactos funcionais e dos critérios estabelecidos pela legislação. Por isso, quando houver dúvida, o caminho mais seguro é buscar orientação de um profissional habilitado e dos canais responsáveis da empresa. A própria cartilha orienta que o colaborador procure apoio para verificar se sua condição atende aos requisitos legais. O que é o Laudo Caracterizador de Deficiência? O laudo é um dos documentos utilizados para a comprovação formal do enquadramento. De acordo com a cartilha, o Laudo Caracterizador de Deficiência deve ser emitido por médico habilitado e apresentar informações como: Em determinadas situações, também podem ser necessários exames e documentos específicos, como audiometria ou avaliação oftalmológica. O documento deve permitir compreender não apenas qual é a condição apresentada, mas também como ela interfere funcionalmente na vida da pessoa. Quais direitos estão relacionados à inclusão? A inclusão profissional não significa apenas contratar uma pessoa com deficiência. É necessário garantir condições para que ela possa trabalhar, desenvolver-se e crescer profissionalmente. Entre os pontos destacados na cartilha estão: Igualdade de oportunidades A pessoa com deficiência deve ter acesso a oportunidades de trabalho, salários, promoções e desenvolvimento profissional de forma justa e igualitária. Acessibilidade e adaptações razoáveis Dependendo da necessidade, podem ser necessárias adaptações físicas, tecnológicas ou organizacionais para permitir que o profissional desempenhe suas atividades adequadamente. Proteção contra discriminação Nenhuma pessoa deve sofrer tratamento discriminatório por possuir uma deficiência. Condições adequadas de trabalho A inclusão deve considerar as necessidades individuais do trabalhador e buscar proporcionar um ambiente seguro, acessível e respeitoso. Como funciona o processo de autodeclaração na Servfaz? Para quem acredita que pode se enquadrar como Pessoas com Deficiência, o processo pode ser iniciado de maneira simples. E se eu ainda tiver dúvidas? Você não precisa ter todas as respostas sozinho. Se tiver dúvidas sobre uma condição de saúde, documentação ou possibilidade de enquadramento, procure orientação junto ao RH, SESMT ou departamento Jurídico da Servfaz. Também é possível buscar apoio individual com sua liderança, caso essa seja a forma mais confortável para você. O mais importante é que ninguém seja constrangido ou exposto durante esse processo. Inclusão é responsabilidade de todos Construir um ambiente inclusivo não depende somente do RH, do SESMT ou da área Jurídica. Depende de todos nós. Respeitar as diferenças, evitar julgamentos, oferecer apoio e garantir igualdade de oportunidades são atitudes que fazem parte de uma cultura verdadeiramente inclusiva. A informação permite que as pessoas conheçam seus direitos. O respeito permite que esses direitos sejam vivenciados. E a inclusão acontece quando todos têm a oportunidade de participar. Conhecer seus direitos também é uma forma de cuidar de você. Se você acredita que pode se enquadrar como Pessoa com Deficiência ou possui dúvidas sobre o assunto, procure os canais de apoio da Servfaz. Sua informação é tratada com respeito, confidencialidade e segurança. Servfaz — informação que inclui, respeito que transforma.
Você já parou para pensar como pequenas atitudes no trabalho podem impactar sua carreira?
A postura profissional possui diversos impactos no ambiente de trabalho, como por exemplo: o clima organizacional, o trabalho em equipe, a comunicação entre os membros de cada setor, a produtividade e também a reputação da empresa. Trazendo mais clareza sobre o que é postura profissional é necessário que possamos compreender: O que é postura profissional? É o conjunto de características pessoais, atitudes e a forma como nos comportamos no ambiente de trabalho. Está ligada à sua ética, responsabilidade, comprometimento, a maneira de lidar com desafios, respeito às pessoas e alinhamento com os valores da empresa. Como afirmam Mário e Siliveli, “todo profissional precisa trabalhar em cima de um objetivo ético e incorporar essa qualidade na sua profissão”. Ou seja, a postura profissional reflete diretamente na forma como o profissional e a empresa são percebidos perante clientes, colegas, parceiros e sociedade. Dessa forma, quando existe coerência entre o que falamos e o nosso comportamento, influenciamos diretamente as pessoas ao nosso redor independente do cargo que ocupamos. Em resumo, a imagem é o que os outros veem, a postura é o que você faz para construir essa imagem. Dentro do ambiente organizacional, os colaboradores são o cartão de visitas da empresa, o jeito como se apresentam, comunicam e realizam o trabalho é a primeira impressão que as pessoas têm da empresa. Uma boa primeira impressão pode abrir portas e fortalecer a imagem da empresa, quanto do colaborador no mercado. Quais comportamentos fortalecem uma postura profissional e como aplicá-las no dia a dia? É de suma importância compreender que cada empresa possui a sua identidade organizacional e dentro desse escopo os valores, que fortalecem a cultura, marca e pessoas que compõe a organização. Abaixo os valores da Servfaz, alinhados a práticas que compõem a postura ao qual os colaboradores adotam diariamente: Transparência e Honestidade Comprometimento e responsabilidade Atenção ao código de conduta • Não praticar assédio moral ou sexual;• Incentivar o trabalho em equipe;• Valorizar o desenvolvimento das pessoas;• Promover equilíbrio entre vida profissional e pessoal;• Não propagar insubordinação ou indisciplina. Respeito e cuidado com pessoas • Tratar todos com cordialidade;• Utilizar linguagem adequada no ambiente de trabalho;• Respeitar opiniões diferentes;• Evitar atitudes ofensivas, preconceituosas ou discriminatórias;• Ser colaborativo e trabalhar em equipe. Zelar pela apresentação pessoal • Evitar a utilização de roupas informais nas dependências da empresa;• Zelo com higiene pessoal e cuidados básicos;• Respeitar a vestimenta padrão da empresa, usando o fardamento compatíveis com o ambiente de trabalho;• Prezar pela importância dos EPI’s obrigatórios;• Conservar e usar adequadamente os materiais e equipamentos disponibilizado. Conclusão A postura profissional deixou de ser apenas um diferencial e passou a ser uma necessidade dentro das organizações. Em um cenário em que as relações humanas, a ética e a reputação ganham cada vez mais relevância, o comportamento profissional representa compromisso com as pessoas, com os resultados e com a construção diária de uma cultura organizacional sólida, fortalecida pelas atitudes e condutas responsáveis de cada colaborador.
Gestão Integrada de Facilities: o novo padrão da eficiência estratégica nas organizações
Muitas organizações, sejam de natureza privada ou pública, controlam os serviços de limpeza, segurança, manutenção predial e controle de acesso com fornecedores diferentes, contratos isolados e pouca integração operacional. O resultado desse modelo fragmentado costuma ser previsível, podendo gerar: aumento de custos, baixa eficiência e falta de controle real da operação. Diante disso, a Gestão Integrada de Facilities (Integrated Facility Management – IFM) surge como uma evolução do modelo tradicional, propondo uma modelagem estratégica que unifica os diversos serviços de suporte às instalações prediais sob uma única estrutura de gestão. Porém, antes de conhecer os benefícios do IFM, é importante entender a sua origem, que advém do Facility Management. O que é Facility Management ?O Facility Management (FM) ou Gerenciamento de Facilidades é uma área multidisciplinar que integra ambientes, pessoas, processos e tecnologia, com o objetivo de garantir eficiência operacional, sustentabilidade e desempenho organizacional. Segundo a IFMA (International Facility Management Association), o objetivo do FM é assegurar o funcionamento adequado da infraestrutura física e dos serviços de suporte, contribuindo diretamente para a produtividade e segurança das organizações. O crescimento do mercado de FM no Brasil É válido analisar que, o mercado brasileiro de Gestão de Instalações vive um momento de expansão consistente. Estimando em aproximadamente US$ 15 bilhões em 2023, o setor apresenta uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) projetada de 6%, com expectativa de ultrapassar US$ 20 bilhões até o início da próxima década*. Tal crescimento é impulsionado por fatores estruturais como o aumento da urbanização, a expansão do mercado imobiliário comercial, a modernização da infraestrutura, maior exigência por eficiência operacional e ainda, a busca contínua por redução de custos estruturais. A perspectiva de longo prazo para o setor é positiva. Acredita-se que, entre 2025 e 2031, o mercado deve continuar expandindo, impulsionado por: O FM deixa de ser uma função de suporte e passa a ser um vetor estratégico de crescimento. FM Integrada: o novo padrão de eficiência E nesse cenário, surge a Gestão Integrada de facilities (IFM) representando como a maturidade da gestão de instalações, pois enquanto o FM define apenas a área de atuação, caracterizado por contratações pulverizadas, o modelo integrado define a forma de gestão, centralizando diferentes serviços sob uma única governança e estrutura operacional. Ao invés de múltiplos contratos pulverizados, o IFM consolida a operação em duas frentes: E essa integração gera benefícios concretos, como: Mais do que terceirização, trata-se de gestão estratégica da infraestrutura corporativa. Na verdade, pode-se visualizar a modelagem de IFM sob a égide da quarteirização. Nesta configuração, a organização contrata uma empresa gestora principal, que munida de expertise estratégica, subcontrata fornecedores especializados para a execução de serviços específicos. Por que organizações estão adotando a gestão integrada? O principal motivo é simples: foco no core business. À medida que as operações se tornam mais tecnológicas e reguladas, manter equipes internas para todas as frentes de facilities se torna caro, complexo e pouco eficiente, gerando falhas de comunicação e burocracia excessiva. E para solucionar tal complexidade, o IFM se apresenta como uma solução mais inteligente, já que consolida a gestão de serviços em governança unificada, o que facilita a padronização de SLAs (Service Level Agreements) e KPIs (Key Performance Indicators), contribuindo para o monitoramento de conformidades e antecipação de falhas. Ao transferir a gestão das instalações para um parceiro especializado, a organização reduz silos de informação, otimiza o custo total dos ativos e ainda, assegura que a infraestrutura suporte diretamente os objetivos estratégicos do negócio. A tecnologia como motor de Performance Ademais, não se pode falar em IFM sem citar a tecnologia, que é o motor que viabiliza essa alta performance, promovendo a integração às instalações prediais de: Tais ferramentas permitem que a tomada de decisão seja baseada em dados, antecipando falhas e otimizando o consumo de recursos e insumos. Não se trata apenas sobre reduzir despesas, mas transformar infraestrutura em vantagem competitiva. O papel da Servfaz nesse novo cenário? Na Servfaz, entendemos que gestão de facilities não é apenas prestação de serviço, é estratégia operacional. Atuamos com soluções integradas que conectam pessoas, processos e tecnologia para entregar: Transformamos complexidade em eficiência, pois a infraestrutura é o alicerce da produtividade e, por isso, atuamos com foco total na integração de processos. O nosso diferencial reside em três pilares fundamentais: Sua operação está preparada para esse novo padrão de gestão? Sua empresa ainda opera com contratos pulverizados, pouca integração e indicadores desconectados? Se sim, provavelmente há ineficiências que não estão visíveis no DRE — mas impactam diretamente sua margem. Empresas que desejam crescer sem aumentar estrutura precisam de um modelo operacional mais inteligente. Em resumo, a Gestão Integrada de Facilities (IFM) não é apenas uma conveniência logística, mas uma decisão financeira e estratégica. Ao unir serviços essenciais sob uma gestão única e tecnológica, sua empresa elimina a fragmentação e eleva o padrão de entrega. E a Servfaz consolida esse modelo oferecendo expertise e inovação, transformando a manutenção do seu patrimônio em um motor de eficiência para que você possa focar exclusivamente no crescimento do seu negócio.
Uma Empresa no Feminino
(empresa: substantivo feminino. Servfaz também.) Na Servfaz, mulheres não são apenas maioria no quadro de colaboradores. Elas também ocupam posições estratégicas e ajudam a conduzir as decisões que impulsionam o crescimento da empresa. A Servfaz nasceu, cresceu e segue se desenvolvendo com uma característica que se tornou parte da sua identidade: a forte presença feminina em sua estrutura. Dos cargos de diretoria à gestão administrativa, passando pela coordenação de equipes e pela operação, mulheres estão presentes em todos os níveis da empresa. Mais do que números, essa participação se traduz em liderança, organização e capacidade de gestão em um setor que depende, sobretudo, de pessoas cuidando de pessoas. Um olhar apressado poderia supor que essa realidade seria natural em uma empresa de facilities. Afinal, trata-se de um segmento que historicamente reúne muitas mulheres em funções operacionais. Mas essa análise ignora um ponto importante. Na Servfaz, a presença feminina não se concentra apenas na base da operação. Ela atravessa toda a estrutura organizacional e chega aos espaços de decisão. Mulheres participam ativamente do planejamento estratégico, da condução de equipes e da construção do crescimento da empresa. Hoje, 56% do quadro de colaboradores da Servfaz é formado por mulheres, número que também se reflete em cargos de liderança e gestão. Ao longo dos anos, muitas profissionais cresceram dentro da própria organização, assumindo novas responsabilidades e consolidando trajetórias que caminham junto com a história da empresa. Um exemplo dessa trajetória é o da Bárbara Alves. Ela começou na empresa atuando como ASG (Auxiliar de Serviços Gerais) e, com dedicação e desenvolvimento profissional, construiu um novo caminho dentro da organização. Hoje, Bárbara atua como vigilante, função que exige preparo, responsabilidade e confiança. Histórias como a de Bárbara ajudam a ilustrar um movimento que se repete em diferentes áreas da empresa: mulheres que chegam, se desenvolvem e passam a ocupar novas posições ao longo do tempo. Para Polyana Oliveira, Diretora Comercial da Servfaz, esse cenário é resultado de uma cultura organizacional construída com base no reconhecimento de talentos e na valorização das pessoas. “A Servfaz sempre acreditou no potencial das pessoas que fazem a empresaacontecer todos os dias. Muitas dessas lideranças são mulheres que cresceramprofissionalmente aqui dentro e hoje têm papel fundamental nas decisões, nagestão das equipes e no futuro da organização”, afirma. Esse protagonismo feminino ajuda a moldar a forma como a empresa conduz seus processos, fortalece suas equipes e se posiciona no mercado. Em um setor que exige eficiência, organização e sensibilidade na gestão de pessoas, a diversidade de perspectivas se torna um diferencial importante. Talvez por isso, dentro da Servfaz, uma definição simples acaba fazendo cada vez mais sentido. A empresa costuma dizer que é movida por pessoas. Mas quem observa sua trajetória de perto percebe um detalhe a mais nessa história. Na prática, a Servfaz também é uma empresa movida por mulheres.
A Importância do Compliance para a Segurança Jurídica de uma Empresa
Em um mercado cada vez mais competitivo e regulado, empresas que desejam crescer de forma sustentável precisam ir além da entrega de bons serviços. É fundamental atuar com ética, transparência e responsabilidade. É nesse contexto que o compliance se torna indispensável. Compliance não significa apenas estar em conformidade com leis, normas, regulamentos e políticas internas. Mais do que cumprir regras, trata-se de criar uma cultura organizacional baseada em integridade, prevenção de riscos e boas práticas. Para empresas de serviços, como a Servfaz, essa estrutura é essencial para garantir credibilidade, segurança jurídica e confiança dos clientes. Ao implementar um programa de compliance sólido, a empresa reduz riscos legais, fortalece sua reputação no mercado e cria um ambiente interno mais organizado, transparente e eficiente. Empresas que não estruturam seus mecanismos de integridade acabam assumindo riscos jurídicos, financeiros e reputacionais desnecessários. Trata-se de criar um sistema preventivo capaz de identificar riscos, estabelecer controles, definir responsabilidades e promover uma cultura ética consistente. Para empresas de serviços, essa estrutura é ainda mais relevante, pois suas operações envolvem grande circulação de pessoas, contratos contínuos, atuação em ambientes de terceiros e responsabilidade direta sobre equipes e processos. Empresas prestadoras de serviços operam sob múltiplas camadas de risco, como riscos trabalhistas, contratuais, regulatórios, civis e reputacionais. Pequenas falhas operacionais podem gerar impactos significativos. Um descumprimento contratual, uma irregularidade trabalhista ou a ausência de padronização interna pode resultar não apenas em passivo financeiro, mas também em perda de credibilidade. É nesse ponto que o compliance se consolida como ferramenta estratégica de gestão. Quando bem estruturado, o compliance atua de forma preventiva. Ele organiza fluxos, formaliza procedimentos, estabelece regras claras e cria mecanismos de monitoramento. Isso reduz improvisos, evita decisões isoladas e fortalece a segurança jurídica da empresa. Não se trata de burocratizar a operação, mas de torná-la mais segura, previsível e sustentável. Um programa eficaz de compliance começa pela liderança. Cultura organizacional não se impõe por meio de documentos, mas se constrói pelo exemplo. Quando a alta gestão demonstra compromisso real com ética, transparência e boas práticas, essa postura se reflete em toda a organização. A coerência entre discurso e prática é o que sustenta qualquer estrutura de integridade. Na Servfaz, a consolidação de uma estrutura ética passa necessariamente por regras bem definidas, clareza nas responsabilidades e controle rigoroso das obrigações legais e contratuais. A previsibilidade é um dos maiores ativos de uma empresa de serviços. Saber exatamente quem faz o quê, quais são os procedimentos adotados e quais controles existem para mitigar riscos traz estabilidade à operação e confiança aos clientes. Além disso, o compliance fortalece a gestão de riscos. Mapear riscos não significa presumir falhas, mas reconhecer vulnerabilidades naturais do negócio. A partir desse mapeamento, é possível implementar controles proporcionais, revisar processos e acompanhar indicadores. Essa abordagem profissionaliza a gestão e eleva o nível de governança corporativa. A transparência também desempenha papel fundamental. Ambientes organizacionais com regras claras reduzem conflitos internos, evitam decisões subjetivas e criam um padrão de comportamento esperado. Isso impacta diretamente o clima organizacional e a produtividade. Colaboradores que compreendem as diretrizes da empresa atuam com mais segurança e alinhamento. Do ponto de vista estratégico, compliance é diferencial competitivo. Clientes, especialmente os de maior porte, avaliam não apenas preço e capacidade técnica, mas também estrutura de governança, controle interno e compromisso com boas práticas. Empresas organizadas transmitem confiança. Empresas que gerenciam riscos demonstram solidez. E solidez é fator decisivo em contratos de médio e longo prazo. É importante destacar que compliance não é custo operacional. Trata-se de investimento em sustentabilidade empresarial. O custo da prevenção é sempre menor do que o custo da correção. Multas, processos judiciais, rescisões contratuais e danos reputacionais são significativamente mais onerosos do que a implementação de políticas internas estruturadas. Em síntese, compliance é a base de uma gestão responsável. Ele protege a empresa e seus colaboradores, orienta decisões, fortalece a cultura organizacional e sustenta o crescimento de forma segura. Para empresas de serviços, onde a operação é dinâmica e os riscos são variados, essa estrutura não é opcional, mas essencial. A construção de uma empresa sólida passa necessariamente pela consolidação de valores éticos, boas práticas e mecanismos eficazes de controle. Compliance é, acima de tudo, compromisso permanente com integridade e excelência operacional. E a empresa Servfaz tem investido cada vez mais em sua estrutura de compliance, garantido um ambiente seguro e saudável para que seus colaboradores possam desenvolver suas habilidades de forma completa e ética.